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Tempo da Delicadeza

Uma mensagem de esperança

Uma mensagem de esperança

 

Uma mensagem de esperança

 

O aclamado artista plástico italiano, Lorenzo Quinn, sempre usou a arte para expressar em escala monumental a sua preocupação com o meio ambiente. Em um momento sem precedentes, Lorenzo nos envia uma maravilhosa mensagem de esperança e nos toca com suas contundentes palavras. Não importa onde você esteja, estamos todos conectados, temos os mesmos desafios e uma urgência em superá-los. Assista, é uma mensagem linda!

 

 

Building Bridges

 

A instalação Building Bridges, o último trabalho de Lorenzo Quinn, foi apresentado na 58ª Bienal de Veneza, ano passado. Seis pares de mãos representavam seis valores universais da humanidade: Amizade, Fé, Ajuda, Amor, Esperança e Sabedoria, que uniam-se para superar diferenças e construir um mundo melhor. A instalação parecia uma predição, um oráculo do que estaria por vir, e nos propunha uma reflexão e uma revisão de prioridades.

O artista queria que sua obra chamasse a atenção dos líderes políticos. “Minha arte sempre teve um objetivo único: comunicar valores universais. Todos temos as mesmas necessidades e desejos básicos. Todos devemos usufruir dos mesmos direitos estabelecidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em 10 de dezembro de 1948. Temos que dar as mãos e fazer algo a respeito. É sobre o futuro de nossos filhos e das gerações futuras. É sobre a humanidade”, afirmou Quinn.

 

 

Mesmo sendo alertados frequentemente, de que algo muito sério poderia acontecer ao planeta, preferíamos manter-nos alheios a tudo isso e simplesmente, seguíamos em frente, pois pensar sobre esse tema, nos causava um certo desconforto. Quem poderia imaginar no último 31 de dezembro que em pouquíssimo tempo, nossas vidas virariam do avesso? Inimaginável!! Valores que anteriormente nos pareciam inabaláveis e indestrutíveis deverão ser revistos, imediatamente. E, logo depois que tudo isso passar, teremos outros sérios problemas a enfrentar; um processo de reavaliação total, porque provavelmente, nunca mais voltaremos à antiga “normalidade”. E espero, sinceramente, que aquele velho mundo tenha realmente, ficado para trás.

O consumo excessivo causou enormes transformações na economia e no planeta. Esse, com alguns poucos dias de isolamento, já deu claros sinais de que o grande predador é o Homem. A nossa experiência terrena não pode se resumir no marketing e no consumo desenfreado. Consumimos incansavelmente, e tudo torna-se obsoleto em muito pouco tempo, gerando este círculo vicioso, que precisa ser rompido, o quanto antes. Precisamos urgentemente de uma redefinição de rota.

Acredito que o consumo diminuirá, não só pela falta de dinheiro no mercado, mas também porque muitos de nós descobrimos que não precisamos de quase nada do que consumimos. Talvez seja este o grande desafio do novo mundo contemporâneo. O momento pelo qual estamos passando é turbulento, mas nos oferece a oportunidade única de consertar o que está errado, remover o supérfluo e encontrar uma dimensão mais humana.

Como Lorenzo Quinn, devemos construir pontes e incluir e não construir muros e excluir. Precisamos dar as mãos para um futuro melhor. Precisamos nos curar e curar o planeta Terra.
Chic é pensar no próximo. Chic é não ostentar. Chic é mais do que nunca, ser low profile!

 

Uma mensagem de esperança

Imagens: Dave Benett

 

Building Bridges

 

Uma mensagem de esperança

 

 

Uma mensagem de esperança

 

 

 

Uma mensagem de esperança

Lorenzo Quinn

 

Lorenzo Quinn nasceu em Roma. Filho do ator mexicano Anthony Quinn, cresceu nos Estados Unidos e na Itália. Atualmente, vive em Barcelona.
Lorenzo, sempre foi um grande admirador do mestre surrealista, Salvador Dalí. Em 1991, chegou a interpretar o artista espanhol no filme Dalí e conquistou o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cinema de Biarritz. No entanto, foi durante este período que o artista percebeu que precisava redirecionar sua carreira. Aos poucos, abandonou o teatro e passou a dedicar-se exclusivamente às esculturas.

 

 

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